UTF-SDD

Os comandos

Um comando por fase. Nenhum deles decide alguma coisa por você: os de documento são entrevistas — uma pergunta por vez, você responde, o agente organiza e escreve.

Fase 0, uma vez por projeto

Nesta ordem. Cada linha termina numa decisão sua.

ComandoO que produzO que você faz
/utf-prd docs/prd.md — glossário, atores, histórias, regras de negócio Lê inteiro, ajusta e commita; leva o tema ao professor
/utf-backlog Uma Issue por história Ready, mais o Kanban no Projects Aprova a lista antes de as Issues serem criadas
/utf-design docs/design-tokens.md, o framework CSS, a identidade PWA e o link do protótipo navegável Decide com a equipe e commita
/utf-architecture docs/architecture.md — estrutura, componentes, estados, modelo de dados Lê e commita
/utf-setup apps/web — o app Angular, com a suíte de testes verde e vazia de regras Ratifica as decisões e abre o primeiro PR para a develop, com a etiqueta manutencao

O /utf-backlog roda mais de uma vez. A cada leva de histórias promovidas a Ready no PRD, rode de novo para criar as Issues correspondentes. Os outros quatro rodam uma vez só.

Uma vez por história

ComandoQuandoO que acontece
/utf-issue 27 Uma vez, para começar O agente lê a Issue e o PRD, faz perguntas sobre casos de borda, cria a branch a partir da develop, escreve a spec em rascunho e para. Depois da sua aprovação, gera o plano. Rodado de novo numa história em andamento, ele retoma do passo certo em vez de recomeçar.
/utf-task 1 Uma vez por tarefa do plano Roda o ciclo inteiro da tarefa: tutor, implementador, dois revisores, triagem e commit. Devolve o controle a você no fim.
/utf-task Sem número Executa a próxima tarefa pendente do plan.md e avisa quando não houver mais nenhuma.

O tutor, do começo ao fim

O tutor não escreve código, não corrige nada e não opina sobre qualidade. Ele tem uma função só: te ensinar o que acabou de ser feito, para você chegar na apresentação sem precisar dele.

ComandoQuandoA pergunta que ele responde
/utf-tutor prd
design
architecture
Na Fase 0, antes de commitar cada documento O que este documento decide, quais conceitos aparecem nele e o que cada decisão me obriga a fazer depois — em cima do seu documento, não em exemplo genérico.
/utf-tutor setup Depois do scaffold (o /utf-setup já chama sozinho) O que o gerador criou, para que serve cada arquivo que você não escreveu, e por que a suíte nasce verde e vazia.
/utf-tutor spec Antes de aprovar a spec O que essa decisão significa tecnicamente, e o que ela me obriga a fazer depois?
automático Antes de cada tarefa, dentro do /utf-task O que essa tarefa vai construir, com quais conceitos, quais arquivos, e o que eu procuro no diff?
/utf-tutor passo 3 Quando o diff passou rápido demais O diff da tarefa um arquivo por vez, no seu ritmo, com a sintaxe nova lida em voz alta. É aqui que se aprende inject(), signal() e async.
/utf-tutor 3 Depois de uma tarefa O que esse diff faz e por que assim? Devolve também o nome oficial dos conceitos e três perguntas que um professor poderia fazer.
/utf-tutor antes 3 Para reouvir A explicação pré-implementação daquela tarefa, de novo.
/utf-tutor prova Antes de escrever o PR O simulado da defesa: uma pergunta por vez, com correção das suas respostas e a lista de arquivos para reler.

O tutor não pode ser usado na apresentação. Ele existe para você chegar lá sem precisar dele. Se você não souber responder às três perguntas que ele faz no fim, o trabalho daquela tarefa ainda não acabou.

O que precisa estar configurado

Dois comandos falam com o GitHub: o /utf-backlog, que cria Issues, e o /utf-setup, que abre o primeiro PR. Para eles funcionarem você precisa do gh autenticado, com os escopos repo, workflow e project:

gh auth login

O MCP do GitHub resolve do mesmo jeito, se você preferir. Sem um dos dois, backlog, etiquetas e Pull Requests não saem. Com o MCP Context7 disponível, os fluxos conferem as versões das ferramentas na documentação atual antes de decidir a stack — foi assim que se descobriu que o gerador atual do Angular entrega Vitest, e não Karma.

Falar também funciona

Dizer “vamos trabalhar na Issue 27” em português dispara o mesmo fluxo — as regras do projeto mandam o agente abrir o workflow correspondente. Os comandos com barra são só o caminho mais curto e o que menos deixa margem para o agente entender outra coisa.

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Quem escreve, quem revisa e por que a trava importa