UTF-SDD

Os comandos

Um comando por fase. Nenhum deles decide alguma coisa por você: os de documento são entrevistas — uma pergunta por vez, você responde, o agente organiza e escreve.

Fase 0, uma vez por projeto

Seis comandos, nesta ordem. Cada linha termina numa decisão sua, e cada passo só começa com o anterior commitado — os comandos conferem isso e param se faltar.

ComandoO que produzO que você faz
/utf-prd docs/prd.md — glossário, atores, histórias, regras de negócio Lê inteiro, ajusta e commita; leva o tema ao professor
/utf-backlog Uma Issue por história Ready, mais o roteiro do Kanban Aprova a lista antes de as Issues serem criadas
/utf-flows docs/user-flows.md — as jornadas e os pontos de desistência Decide o que acontece em cada ponto de desistência e commita
/utf-design docs/design-tokens.md — paleta, espaçamento, tipografia e o protótipo Decide os tokens e commita
/utf-architecture docs/architecture.md — estrutura, entidades, estados, contratos Lê e commita
/utf-setup apps/ — o monorepo, com a suíte de testes verde e vazia de regras Ratifica as decisões e abre o primeiro PR, com a etiqueta manutencao

O /utf-backlog roda mais de uma vez. A cada leva de histórias promovidas a Ready no PRD, rode de novo para criar as Issues correspondentes. Os outros cinco rodam uma vez só.

Uma vez por história

ComandoQuandoO que acontece
/utf-issue 27 No começo e no fim da história Na primeira vez, cria a branch, faz as perguntas, escreve a spec e — depois da sua aprovação — o plano. Rodado de novo com o plano terminado, atualiza os documentos e despacha o auditor-final para o PR. Rodado no meio, retoma de onde parou.
/utf-task 1 Uma vez por tarefa do plano Roda o ciclo inteiro da tarefa: tutor, implementador, dois revisores, triagem, leitura do diff e commit. Devolve o controle a você no fim.
/utf-task Sem número Executa a próxima tarefa pendente do plan.md e avisa quando não houver mais nenhuma.

O tutor, do começo ao fim

O tutor não escreve código, não corrige nada e não opina sobre qualidade. Ele tem uma função só: te ensinar o que acabou de ser feito, para você chegar na defesa sem precisar dele.

ComandoQuandoA pergunta que ele responde
/utf-tutor prd, flows, design, architecture Na Fase 0, antes de commitar cada documento O que essas decisões significam tecnicamente, no meu documento?
/utf-tutor setup Depois do scaffold (o /utf-setup já chama sozinho) O que são todos esses arquivos que eu não escrevi?
/utf-tutor spec Antes de aprovar a spec O que essa decisão me obriga a fazer depois?
automático Antes de cada tarefa, dentro do /utf-task O que essa tarefa vai construir, com quais conceitos, e o que eu procuro no diff?
/utf-tutor passo 3 Antes do commit (o /utf-task já chama sozinho) A leitura do diff arquivo por arquivo, no seu ritmo.
/utf-tutor 3 Depois de uma tarefa O que esse diff faz e por que assim? Ele também devolve o nome oficial dos conceitos que apareceram e três perguntas que um professor poderia fazer.
/utf-tutor antes 3 Para reouvir A explicação pré-implementação daquela tarefa, de novo.
/utf-tutor prova Antes de escrever o PR O simulado da defesa: uma pergunta por vez, com correção das suas respostas e a lista de arquivos para reler.

O tutor não pode ser usado durante a defesa. Ele existe para você chegar lá sem precisar dele. Se você não souber responder às três perguntas que ele faz no fim, o trabalho daquela tarefa ainda não acabou.

O que precisa estar configurado

O /utf-backlog, o /utf-setup e cada /utf-issue falam com o GitHub. Para eles funcionarem você precisa do gh autenticado, com os escopos repo, workflow e project:

gh auth login

O MCP do GitHub resolve do mesmo jeito, se você preferir. Sem um dos dois, backlog, etiquetas e Pull Requests não saem. Com o MCP Context7 disponível, os fluxos conferem as versões das ferramentas na documentação atual antes de decidir a stack.

Falar também funciona

Dizer “vamos trabalhar na Issue 27” em português dispara o mesmo fluxo — as regras do projeto mandam o agente abrir o workflow correspondente. Os comandos com barra são só o caminho mais curto e o que menos deixa margem para o agente entender outra coisa.

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Quem escreve, quem revisa e por que a trava importa